Sou como todo aquele que transita pelas vielas da vida.
Então que seja
sem a mesquinha sobriedade-austera dos pensadores ricos,
sem o falso orgulho de rotina dos artistas,
sem a pretensa sabedoria dos filósofos poetas,
sem o altímetro do ego,
sem arranhar o céu e nem flertá-lo.
minha constante hipocrisia é o casulo da minha metamorfose
humana,
e que me transformarei
a findar-me sem
forma.